terça-feira, 30 de junho de 2009

Natureza






Andamos todos tão atarefados que nem temos tempo para olhar em nosso redor.
Como não sentir alegria perante essa maravilha que é a natureza?

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Férias




As férias também servem para pormos a leitura em dia.


(Ilustração de Manola Italie)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O nosso Alex



Paixão
Amor
Amigo
Companheiro

E muito mais,

Agora mais um sentimento que dói muito, SAUDADE!

domingo, 14 de junho de 2009

Albert Einstein




"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é o melhor bem que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. Na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".

Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida vira uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. Na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise, promovê-la, e calar-se sobre ela, é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"

Albert Einstein

Quem diria que este texto foi escrito à mais de 50 anos?

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Liberdade



Até passarinho deve ter liberdade!

Ser livre não é só poder andar por aí.
É meditar, sentir, ouvir é querer ser alguém melhor.
Ser livre significa estar bem consigo mesmo.
Podermos seguir a nossa vontade.
Perdermos amar.
Ser livre, é poder escolher o que achamos ser o melhor para nós, mesmo que os outros não concordem com a nossa decisão.
É ver em cada dia uma nova esperança.
É acreditar que podemos mudar, é só desejar.

(Ilustração de Isabel Nadal)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Que tempo!


Mas será que estamos mesmo em Junho?
Eu até nem gosto de muito calor, mas isto também é demais!
Tenhamos esperança que vai melhorar.
Está tudo tão mau, o solzito até que nos vinha animar para esquecermos tudo o resto!
(Ilustração de Rebeca Dautremer)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Lenda das Amendoeiras em Flor


É muito antiga esta lenda das amendoeiras e foi atribuída a muitas regiões. Parece que tem a sua origem mais remota na Pérsia, país tradicional de campos de amendoeiras e de gentilezas. No entanto, ela surge também na Turquia e no Próximo Oriente. Em Espanha ela foi atribuída às cidades de Córdova e de Sevilha, em relação com Al-Mu'tamid. Mais exactamente, aplicada aos amores de Al-Mu'tamid e de Romaiquia, tudo indica que foi referida a Silves. É esse o parecer da distinta investigadora espanhola Rubiera Mata, que procurou enquadra-la com maior rigor interpretativo.

Há muito tempo, antes da independência de Portugal, quando o Algarve pertencia aos mouros, havia ali um rei mouro que desposara uma rapariga do norte da Europa, à qual davam o nome de Gilda.
Era encantadora essa criatura, a quem todos chamavam a "Bela do Norte", e por isso não admira que o rei, de tez cobreada, tão bravo e audaz na guerra, a quisesse para rainha.
Apesar das festas que houve nessa ocasião, uma tristeza se apoderou de Gilda. Nem os mais ricos presentes do esposo faziam nascer um sorriso naqueles lábios agora descorados: a "Bela do Norte" tinha saudades da sua terra.
O rei conseguiu, enfim, um dia, que Gilda, em pranto e soluços, lhe confessasse que toda a sua tristeza era devida a não ver os campos cobertos de neve, como na sua terra.
O grande temor de perder a esposa amada sugeriu, então, ao rei uma boa ideia. Deu ordem para que em todo o Algarve se fizessem plantações de amendoeiras, e no princípio da Primavera, já elas estavam todas cobertas de flores.
O bom rei, antevendo a alegria que Gilda havia de sentir, disse-lhe:
- Gilda vinde comigo à varanda da torre mais alta do castelo e contemplareis um espectáculo encantador!
Logo que chegou ao alto da torre, a rainha bateu palmas e soltou gritos de alegria ao ver todas as terras cobertas por um manto branco, que julgou ser neve.
- Vede - disse-lhe o rei sorrindo - como Alá é amável convosco. Os vossos desejos estão cumpridos!
A rainha ficou tão contente que dentro em pouco estava completamente curada. A tristeza que a matava lentamente desapareceu, e Gilda sentia-se alegre e satisfeita junto do rei que a adorava. E, todos os anos, no início da Primavera, ela via do alto da torre, as amendoeiras cobertas de lindas flores brancas, que lhe lembravam os campos cobertos de neve, como na sua terra.